sexta-feira, 12 de julho de 2013
"Come, antes que esfrie"
Vem cá... vem agora, que meus pés estão gelados e eu resolvi usar aquela camisola de seda que flutua no meu corpo. Pois é, raridade. Mesmo nesse frio, pra você ver. Chega que eu vou pra porta sem pó e sem perfume. Com gosto de licor de chocolate. Bem melhor. No lugar do perfume, feromônios induzindo ao meu útero. Do pó, suor pra esquentar o que é exposto. Aperta essa campainha que em troca, eu te aperto contra o peito e juro te soltar antes do amanhecer - eu sei que você não pode. Vem. Antes que perca o sentido; ou meus quadris, o ritmo. Cola aqui para novas memórias estranhamente conhecidas. Não fala nada. Sinta, cheire, olhe, faça. Vem calar o desejo. Só hoje, eu calo o resto. Olha, eu surro o orgulho, arrasto o egoísmo, escondo as insatisfações, esqueço os gritos. Realizo sua fantasia. Fico acordada. Mas aquelas palavras com S... ai, diabo. Sedutoras. Vem, porque por mais clichê que soe... juntos, somos melhores. Pelo menos nisso. Há sempre oportunidade de mais alguns erros.
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